Este blog morreu. Quer dizer, entrou em coma.
O estado vegetativo vai perdurar até não sei quando.
Até hoje muitas coisas aconteceram. Nada muito relevante que possa ter causado a não atualização daqui.
A chata ganhou um celular novo do chato. Presente de Natal adiantado.
O chato agora acorda cedo para ir trabalhar. E chega atrasado.
A chata faz academia e logo vai participar de algum concurso "Musa do verão".
O chato não faz nada. Bebe café e divaga sobre " ".
Enfim, a vida continua.
Desde os primórdios dos dias de ontem, quando a corrente ainda segurava um aro de então conhecida bicicleta, os bueiros tinham a ingrata função de tampar os buracos. Não eram meros buracos: eram entradas largas para o submundo subterrâneo dos comedores de carniça e dejetos humanos.
Infeliz com sua função, a tampa do bueiro resolveu sair em busca de seu sonho: se tornar uma base para guarda sol da praia de rio. rolou pelas ruas e avenidas sem rumo definido e sem saber como iria se tornar aquilo que sonhava ser.
De buracos em buracos, se apoiando em meio fio, batendo em poste, a tampa de bueiro seguia seu rumo incerto. Enfrentou ventos, chuvas, granizos e sabiás assassinos, e resistente, não se deixava balançar por meras adversidades.
Foi então que a tampa de bueiro encontrou sua alma gêmea: a bandeja do garçom! ele olho pra ela e viu ela dançando sobre a mão do garçom vesgo que carregava uma porção de bolinho de queijo e uma Fanta uva sem gelo.
Olhando aqueles movimentos suaves, a tampa do bueiro resolveu buscar o seu amor, então, com uma girada anti-horário, atropelou o pé do garçom que, desequilibrando, derrubou a bandeja!
Envolto de uma adrenalina invisível e carregado de emoções vaporosas, a tampa do bueiro chegou perto da bandeja do garçom e estendeu seu parafuso mais bonito. porem...
A bandeja não levantou. Ela não respirava e muito menos se mexia. ela estava morta.
Aterrorizado com a situação, a tampa de bueiro viu-se sendo acusado pelo pé de mesa e pela quina do balcão de assassinato triplo, pois matara alem da bandeja, a garrafa da Fanta uva e a cestinha de palha que alojava os bolinhos de queijo.
Desolado, a tampa do bueiro correu para o norte, fugindo de uma trupe de porta copos que o perseguia, afim de prende-lo em alguma masmorra sinistra.
Com toda a sua força, a tampa do bueiro rolava e rolava pelas ruas ate que um caminhão pipa desgovernado atingiu seu lado esquerdo inferior.
A pobre tampa de bueiro viu seu mundo girar, e a cada um terço de volta lembrava de seus momentos felizes, quando eram colados chicletes em sua face e quando lhe levantavam para entrar no buraco.
Depois de 3 horas rodopiando, a tampa do bueiro cai no asfalto, estatelada. As caçambas olhavam tristonhas e os postes piscavam sem nexo nenhum.
A tampa do bueiro olhou para o céu e viu uma pomba. depois disso, ele morreu.
Por Chato de Galochas
Marcadores: aleatoriedade, bueiro, historias malucas
Um mês exato. Nenhum post.
Enquanto uma trabalha, outro coça o saco. Coça o saco.
E o blog fica as moscas.
Mas este blog não é de pessoas famosas. Nem de estrelas.
Se fosse da Mulher Melancia, seria um problema. Afinal, ela é o que é.
Não posso deixar de não aproveitar os bons ventos que o padre do balão pode trazer, e tenho que postar algo que todo mundo deve achar por ae, receber por email, e tal...
Piada pronta é o que há...
Marcadores: padre burro, padre do balão, padre mais que burro
Animação legal, musica engraçada de uma banda esquisita.
Penso que essa musica é daquelas típicas que tocam em eventos sociais, onde aquele tiozão com a cara emburrada solta a franga e dança na pista.

